Antoine Dominique “Fats” Domino com 21 anos atraiu a atenção dos Estados Unidos com a música “The fat man” em 1949. Na época, o simpático gordinho da foto não tinha noção do que acabara de fazer, mas em 2 minutos e 35 segundos, puro rock n’roll invade nossos ouvidos. Essa canção não faz parte das faixas desse álbum, mas as que compõem este long-play seguramente animam qualquer festa!
Com “Blueberry hill” já se tem idéia que o cara não estava pra brincadeira. Excelente balada com um ritmo delicioso. Paul McCartney já disse uma vez, mas me esqueci de tomar nota quando foi, que o acompanhamento do contrabaixo pode ser feito somente com o piano, caso de “Lady Madonna”. Fats faz isso com maestria em boa parte das músicas. A presença do piano dá às faixas um peso (sem sacanagem com o gordinho!) na medida perfeita.
O disco pode ser ouvido na íntegra sem que nenhuma das faixas estrague o conjunto. Esse é outro fator que eu vou explorar daqui pra frente. O FATOR PULA FAIXAS (FPF)!
Quanto maior o FPF de um disco mais dá vontade de passar pra próxima!
Esse, seguramente, tem um FPF tendendo praticamente à zero!
Ouvir todas as faixas faz você se sentir no banco de um conversível, dirigindo despreocupadamente por uma rodovia! Dá até pra imaginar a cena!
“Blue Monday”, “La la”, todas sensacionais.
Muito bom mesmo! Quem quiser escutar, não vai se arrepender.
Veredito final: Mais um disco que definiu o que o rock é hoje em dia. Um disco de “peso”.
Próxima vítima: Duke Ellington – Ellington at Newport. Jazz + Ellington = Chique2!
Com “Blueberry hill” já se tem idéia que o cara não estava pra brincadeira. Excelente balada com um ritmo delicioso. Paul McCartney já disse uma vez, mas me esqueci de tomar nota quando foi, que o acompanhamento do contrabaixo pode ser feito somente com o piano, caso de “Lady Madonna”. Fats faz isso com maestria em boa parte das músicas. A presença do piano dá às faixas um peso (sem sacanagem com o gordinho!) na medida perfeita.
O disco pode ser ouvido na íntegra sem que nenhuma das faixas estrague o conjunto. Esse é outro fator que eu vou explorar daqui pra frente. O FATOR PULA FAIXAS (FPF)!
Quanto maior o FPF de um disco mais dá vontade de passar pra próxima!
Esse, seguramente, tem um FPF tendendo praticamente à zero!
Ouvir todas as faixas faz você se sentir no banco de um conversível, dirigindo despreocupadamente por uma rodovia! Dá até pra imaginar a cena!
“Blue Monday”, “La la”, todas sensacionais.
Muito bom mesmo! Quem quiser escutar, não vai se arrepender.
Veredito final: Mais um disco que definiu o que o rock é hoje em dia. Um disco de “peso”.
Próxima vítima: Duke Ellington – Ellington at Newport. Jazz + Ellington = Chique2!


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