Duas palavras que resumem a importância deste álbum: Elvis e Presley!
No momento em que você apresenta o Rei do Rock aos seus ouvidos, a voz inconfundível de Elvis, então com 20 anos, marca sua vida pra sempre. Ainda me lembro da primeira vez em que ouvi e prestei atenção a “Love Me Tender”. Eu tinha uns seis ou sete anos, mas ainda me recordo do vinil que tinha uma capa cheia de discos de ouro pendurados. Foi chocante. Imagine então, para jovens acostumados ao som das big bands e letras com temáticas nada sugestivas, se deparar com uma “I got a woman” interpretada por um cara de quadris moles! Tutti-frutti outro ícone do cancioneiro norte-americano se não der vontade de sair dançando ao menos faz pés não pararem no lugar. Não que Elvis tenha sido o primeiro a fazer isso. Mas foi com certeza o que melhor fez.
Sobre o disco em si, uma faixa ou outra acaba carregando o tom meloso, típico para a época. Mas o clima que predomina é da irreverência, histórias sobre namoros às escondidas e muita rebeldia à lá anos 50.
Veredito final: com certeza, significa muito ter ouvido o primeiro álbum de Elvis Presley. Pena tantos outros que viriam no decorrer da carreira não foram tão expressivos. Não só pela música do rei que se perdeu, mas pelos quilos que ele ganhou.
Próxima vítima: The Louvin Brothers - Tragic Songs Of Life. What the f***?


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